Parabéns a todas as mães e a seus filhotes que compareceram a uma das melhores festas da escola . Parabéns aos alunos e professores que ensaiaram para que este evento se concretizasse.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Preparando a festa das mães
Professora Sílvia Leão (Sala de leitura) orienta s alunos da profa. Ivani -CII na confecção dos trabalhos para o dia das mães.
terça-feira, 15 de abril de 2014
O coelhinho que não era de Páscoa
Nesta quarta-feira (16/04), os professores estarão dramatizando para as crianças o texto de Ruth Rocha "O coelhinho que não era de Páscoa". O evento está sendo organizado pelos professores da Sala de Leitura, da Biblioteca e de Artes
O texto foi adaptado para teatro pelas professoras Sílvia Leão e Silene Faro. Abaixo o texto:
O
Coelhinho que não era de Páscoa
Ruht
Rocha
(Entra Vivinho ao som da música Era uma vez ..)
Narrador:
Vivinho era um coelhinho, branco, redondo e fofinho. Todos os dias Vivinho ia à
escola com suas irmãs. Lá, aprendia a pular, aprendia a correr... e aprendia a
escolher qual a melhor cenoura para se comer. E assim, Vivinho e suas irmãs foram
crescendo, crescendo, crescendo .... até que chegou a hora de escolherem uma
profissão. As irmãs de vivinho já tinham resolvido:
Irmã
1:
Eu vou ser coelha de páscoa como minha mãe.
Irmã
2:
Eu vou ser coelha de Páscoa como minha avó.
Irmãv3:
vou ser coelha de páscoa como minha bisavó.
Narrador:
E
todos queriam ser coelho de Páscoa, como o trisavô, tataravô, como todos os avôs.
Só Vivinho não dizia nada. Os pais e as
irmãs perguntavam preocupados:
Todos:
E você Vivinho, e você?
Vivinho:
Bom... Eu não sei o que quero ser. Mas sei o que não quero ser: (música de suspense). Eu não quero ser
coelho de páscoa.
Todos:
OOOOOOOHHHHHHH!!!!!!!
Narradora:
Todos ficaram assustados! O pai de Vivinho se espantou, a mãe se escandalizou e
desmaiou.
(Música
de suspense para saída)
Narradora:
Vivinho
arranjou uma baita confusão, por isso arranjou outros amiguinhos: o beija-flor
Florindo, Julieta, a borboleta e a abelha Melinda. As irmãs de Vivivnho acharam
aquela amizade muito estranha e falavam:
Irmãs:
Onde já se viu coelho brincar com abelha?
Narradora:
Os pais também ficaram muito aborrecidos com aquela amizade e brigavam com ele:
Mãe:
Um coelho tem que ter uma profissão!
Pai:
Onde vamos parar com essa vadiação?
Vivinho:
Não se preocupem estou aprendendo uma profissão.
Pai:
Só se ele está aprendendo a voar.
Irmãs: Só se ele está aprendendo a zumbir.
Narrador:
Vivinho
apenas sorria e saia, pula, pulando para se encontrar com seus amigos. O tempo
passou. A Páscoa estava chegando, mas as fábricas tinham muitas encomendas e não
tinham mais ovinhos para vender, até as fábricas do seu Jacaré ....., do seu
macaco...., do seu lobo ..... e até do seu tucano....(os personagens entram e se apresentam).
Narrador:
Mas, mesmo assim, papai e mamãe coelho foram tentar comprar os ovos para
distribuir, em todo lugar a resposta era
a mesma:
-Na fábrica do seu tucano:
-Na fábrica seu macaco:
-Na fábrica do seu
Jacaré:
-Na fábrica do seu Lobo:
Tudo vendido. Não temos mais nada....
Narrador:
Os
dois voltaram para casa desanimados.
Mãe:
Ora essa,isso nunca aconteceu...
Pai:
Não
podemos desapontar as crianças, mas nós já fomos a todas as fábricas, não tem
jeito não....
Narrador:
As irmãs de vivinho também ficaram muito tristes:
Irmãs:
Nossa primeira distribuição... Ai que tristeza no coração!
Narrador:
Nesse
momento, Vivinho vinha chegando com Melinda e falou:
Vivinho:
Por
que não fazemos os ovos nós mesmos
Irmãs:
É que nós não sabemos, coelho de páscoa sabe distribuir ovos. Não sabe fazer.
Vivinho:
Pois eu sei, eu sei...
Pai:
Será que ele sabe?
Mãe:
Ele sabe, ele sabe.
Todos:
Como você aprendeu!!!!
Vivinho:
Com meus amigos. Eu não disse que estava aprendendo uma profissão?, Pois eu
aprendi a tirar o pólen das flores com Julieta e Florindo. E Melinda é a maior
doceira do mundo, me ensinou a fazer tudo o que é doce...
Narrador:
A
partir daquele momento, a casa da família coelho virou uma verdadeira fábrica. Todos ajudaram: Papai coelho, mamãe
coelha e as coelhinhas... e os amiguinhos também, mas era Vivinho quem
comandava todo o trabalho. (música “é de chocolate”). E quando a páscoa chegou, estavam todos
preparados. As cestas de ovos estavam prontas.
Mãe:
Agora nosso filho tem uma profissão.
Pai:
Cada um deve seguir a sua vocação....
Narração:
E
todos ficaram muito felizes e comemoraram a melhor Páscoa de suas vidas.
(Termina com todos dançando e cantando)
terça-feira, 25 de março de 2014
Exposição Memórias da Literatura do Pará - ontem e hoje - 2014
Nossos banners
Banners feitos pelo prof. Edson Paixão para a exposição "Memórias da Literatura do Pará". Os poetas que farão parte da exposição serão: Cauby Cruz, Edyr Proença, Antonio Tavernard, Dalcídio Jurandir, Erneso Cruz e Luiz Peixoto Ramos (Jabutigão).
Exposição Memórias da Literatura do Pará: um conto de fadas amazônico
Hoje, 25 de março nossa escola amanheceu na expectativa das apresentações em homenagem aos escritores paraenses que estão fazendo parte da exposição "Memórias da Literatura do Pará".
O escritor Alfredo Garcia veio prestigiar o evento representado o Sismube e o escritor Luiz peixoto Ramos, o "Jabutigão", que foi o escritor homenageado na exposição.
As crianças fizeram a apresentação da perfomance "Um conto de fadas amazônico", adaptação de um dos livros do autor pelas professoras Silene Faro e Sílvia Leão (biblioteca). A perfomance constou de dramatização, música e dança. Veja as fotos:
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Ensinando a fazer coleta seletiva
“Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho.”
Paulo Freire
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Viajar pela leitura
sem rumo, sem intenção.
Só para viver a aventura
que é ter um livro nas mãos.
É uma pena que só saiba disso
quem gosta de ler.
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Assim, sem compromisso,
você vai me entender.
Mergulhe de cabeça
na imaginação!
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Reflexão
"O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos.”
Rubem Alves
Rubem Alves








































































